segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

A política de cotas na UFPA é tema de Seminário

O Fórum de Acompanhamento e Avaliação das Cotas da Universidade Federal do Pará (UFPA), por meio do Programa Conexão de Saberes, realiza o “III Seminário sobre Cotas na UFPA”, nos dias 15 e 16 de dezembro, no Instituto de Ciências Jurídicas (ICJ), Campus Profissional da Instituição. O evento é aberto a todos os interessados e visa debater na Instituição a política de cotas contextualizada com a política de cotas no Brasil e na Amazônia.
A edição deste ano traz o tema “Sistemas de cotas na UFPA e diversidades: garantia de acesso e permanência para as diferenças raciais e sociais”. Entre seus objetivos, estão promover a escuta, o debate e a reflexão do contexto enfrentado pelos atores envolvidos e contemplados com as cotas e avaliar o cenário atual das ações afirmativas, em especial, a implantação do Sistema de Cotas nas Instituições de Ensino Superior.
III Seminário – Para iniciar a programação, no dia 15, pela manhã, será promovida a mesa de abertura “Fórum permanente de acompanhamento, discussão e avaliação das cotas na UFPA”. Em seguida, ocorre a mesa “Ações da Universidade na garantia do acesso e permanência dos contemplados pelas cotas e reservas de vaga”.  O evento ainda terá apresentações de trabalhos e atrações culturais. A programação completa pode ser conferida aqui.
Inscrições – Os interessados podem realizar sua inscrição via preenchimento de formulário eletrônico disponível aqui, até as 23h59 do dia 13 de dezembro. As inscrições são gratuitas e também podem ser feitas presencialmente no dia 15, no local do evento. Os participantes receberão certificado de 20 horas.
Serviço:
III Seminário sobre Cotas na UFPA
Tema: Sistemas de cotas na UFPA e diversidades: garantia de acesso e permanência para as diferenças raciais e sociais
Data e local: 15 e 16 de dezembro, no ICJ, localizado no Campus Profissional da Universidade
Outras informações no fôlder do evento ou no site do seminário.
Texto: Rafael Rocha – Assessoria de Comunicação da UFPA
Foto: Alexandre Moraes

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

FOTOS DAS ATIVIDADES DO MES DE NOVEMBRO



                                                   
O Mês da Consciência Negra e as atividades da CBA

O mês de novembro é tradicionalmente palco de inúmeras manifestações de entidades e movimentos sociais ligados aos afrodescendentes e à consciência.
Nós da Casa Brasil-África da UFPA também temos orgulho em contribuir para a ampliação dos conhecimentos sobre o continente africano na Amazônia, para a implementação da Lei 10639 e para a promoção de uma sociedade mundial livre de todas as formas de racismo, xenofobia e exploração.
Nossas atividades realizadas no mês passado foram iniciadas com a abertura, no dia 3, da Exposição Fotográfica Multiplos Olhares, uma parceria entre a CBA e o Museu Paraense Emílio Goeldi, que trouxe as belezas do trabalho da pesca artesanal em Moçambique para a Galeria César Leite, no Vadião. A exposição foi um grande sucesso e se estendeu até o dia 1/12 (http://casaafricabrasil.blogspot.com.br/2015/10/multiplos-olhares.html).
No dia 12 de novembro, um grupo de 20 alunos africanos e brasileiros, de diversos cursos, foi convidado pela CBA a fazer uma visita à comunidade quilombola do Abacatal, em Ananindeua. Os visitantes tiveram a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a história e a dura realidade dos descendentes dos escravos, e também de compartilhar com crianças, jovens e adultos quilombolas conhecimentos sobre seus países de origem, tirar dúvidas sobre como é a vida do outro lado do Atlântico, e conversar com outros jovens universitários sobre quais são as perspectivas e os sonhos daqueles que vem ao Brasil estudar. Agradecemos aos moradores do Abacatal pela calorosa recepção ao grupo da CBA
No Dia da Consciência Negra, 20 de novembro, a CBA mobilizou um grupo voluntário de alunos africanos para participar da Semana da Consciência Negra e Morte de Zumbi, realizada pela Escola de Aplicação da UFPA visando a valorização da Cultura Negra. Os alunos africanos da UFPA participaram de uma palestra/roda de conversa com o estudantes do Ensino Fundamental II, coordenada pela Profa. Gisele Souza, no Auditório do Ensino Médio. A conversa teve como objetivos desmistificar o Continente Africano, que a mídia retrata somente através da fome e conflitos étnicos. Foram falas de jovens voltadas para jovens, retratando uma África vibrante, com economia crescente, grandes metrópoles e com muita disposição para estudar e empreender.
A última atividade voltada para o público foi realizada no dia 26, em Castanhal, em parceria com a SEMED, como parte da Semana da Consciência Negra organizada pelo Prof. Denilson Batista Rodrigues Ferreira. A CBA, em parceria com a Profa. Graça Fernandes, especialista em literatura africana, criou para evento uma série com doze banners com a temática Autores Africanos, retratando a vida e obra de importantes figuras literárias como Odete Semedo, Agostinho Neto, Amílcar Cabral, Pepetela, Mia Couto, entre outros. Os banners foram utilizados pela Profa. Graça para fazer uma excelente oficina e gerar muita discussão interessante sobre a importância da literatura africana para o Brasil. Muitos professores das redes estadual e municipal de educação participaram da oficina e vão poder usar o que aprenderam, bem como os banners, que ficarão disponíveis no website da CBA para serem baixados por quem deles quiser fazer uso visando a implementação da Lei 10639.
A CBA também participou, a convite do IPHAN, do Encontro Regional para a Salvaguarda da Capoeira no Pará - Etapa Belém e Região Metropolitana, que aconteceu no dia 29 na sede do IPHAN. Na ocasião foram apresentadas as perspectivas do governo para o apoio de projetos voltados a preservação da memória cultural da Capoeira. A CBA está iniciando um plano de capacitação com as Profas Joana Carmen e Ariana Silva, para a realização, em 2016, de um conjunto de atividades voltadas para a formação sobre a África e as africanidades no Brasil para a comunidade de capoeiras e mestre de Belém.
Ao longo de todo o mês de novembro a coordenação da CBA participou ainda de diversas reuniões com a Prointer para a construção do Plano Diretor Institucional da UFPA, que irá nortear a instituição na próxima década. Neste contexto, foi reafirmada a importância da CBA e da Cátedra Brasil-África de Cooperação Internacional para a internacionalização da Universidade, e a necessidade de que estas venham a ter um corpo técnico próprio bem como um orçamento anual que possa fazer frente às suas crescentes demandas. Também foram discutidos aspectos estratégicos relacionados a necessidade de um espaço específico e amplo para a CBA, a necessidade de sua efetiva institucionalização, e sua vinculação administrativa, diretamente ligada ao Pró-reitor, visando a garantia de sua autonomia e o respeito aos movimentos sociais que deram origem a CBA.
No mês de dezembro que ora se inicia a CBA foi convidada a organizar uma série de atividades como parte do IV Seminário Negritude em Movimento, promovido pelo Grupo de Estudos Afro-Amazônico. As atividades coordenadas pela CBA incluem:
Dia 9/12, 16:00 as 18:30 - Oficina: Conversando sobre Autores e Literatura Africana com a Profa. Esp. Graça Fernandes no Auditório do IFCH
Dia 10/12,11:00 as 12:30 – Mesa 03: Conversando sobre os pensadores africanos e a descolonização das mentes, com intervenções realizadas por estudantes africanos da UFPA sobre Amilcar Cabral (Guiné-Bissau e Cabo Verde); Samora Machel (Moçambique) e Agostinho Neto (Angola), esta mesa terá com mediador o Prof. Dr. Eloi Biquer Gomes de Guiné-Bissau, e será realizada no Auditório do IFCH
Dia 10/12, 14-16h: Oficina de danças africanas ministrada pela estudante Keila Delgado (Cabo Verde), o Grupo de dança de Cabo Verde e a Escola de Dança da UFPA, no Laboratório de Antropologia Arthur Napoleão Figueiredo (LAANF)
A parceria de longa data entre o GEAM e a CBA sempre tem trazido bons frutos e certamente o Seminário será um sucesso.
A programação completa e as inscrições estão disponíveis em: http://afroamazonico.wix.com/negritudeemmovimento


ATIVIDADE SOBRE A CONSCIÊNCIA NEGRA NA ESCOLA DE APLICAÇÃO  DA UFPA












Oficina em castanhal




















Exposição múltiplos olhares sobre comunidades pesqueiras de moçambique




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 Visita dos alunos africanos  ao quilombo do Abacatal                                                                           



                                                                           
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Seminário debate imagens sobre o continente africano

O Grupo de Estudos Afro-Amazônico (GEAM) realiza, de 9 a 11 de dezembro, a quarta edição do Seminário Negritude em Movimento, no prédio central do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). O evento, que ocorre anualmente em alusão à passagem do Dia Nacional da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro, em 2015, terá como tema “De que África estamos falando? A África pelos africanos e a África pelos brasileiros”.
Segundo a coordenadora do GEAM, professora doutora Marilu Campelo, a escolha do tema relaciona-se com as discussões observadas nos encontros do grupo, sobre as imagens a respeito do continente africano. “O que se fala e o que se pensa quando o assunto é África? A África dos brasileiros é a mesma dos africanos? Sabemos que não, e, frequentemente, temos, no Brasil, uma imagem deturpada da população africana e da sua contribuição para a nossa formação cultural”, explica.
Por isso o seminário se propõe a refletir acerca dessas visões. “O continente africano é uma realidade com mais de 54 países, com uma imensa e variada diversidade política, econômica, social, cultural, religiosa etc. Esse evento é uma forma de contribuir com esse debate, colocando, lado a lado, expositores, intelectuais, estudantes, religiosos, professores, militantes do Movimento Negro e a comunidade em geral, discutindo e dialogando essa temática e apresentando suas versões do Continente Africano”, complementa a coordenadora.
Programação - Dessa forma, a programação, que pode ser acessada na íntegra no blog do evento, conta não apenas com estudiosos do assunto, como o conferencista de abertura professor doutor Marco Antônio Teixeira, da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), como também com os próprios africanos, seja docentes, seja discentes da UFPA. Dois exemplos dessa participação são as mesas-redondas “Imagens e ideias sobre a África, por africanos”, cujos expositores são professores da UFPA provenientes da África e do Caribe, e “Conversando sobre os pensadores africanos e a descolonização das mentes”, cujos palestrantes serão alunos do continente africano.
Outra parte relevante das atividades do seminário envolve a presença do movimento negro, como na mesa-redonda “Falando de identidade negra no Pará”, com representantes de instituições, como o Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará (Cedenpa), e de religiões de matriz africana. Haverá, também, uma oficina de danças africanas e apresentação de trabalhos científicos em quatro eixos: “Educação para as relações étnico-raciais”; “Religiões de matriz africana: perspectivas e contradições”; “Arte, corpo e estética afro-brasileira” e “Comunidades Quilombolas Atuais”. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia do evento.
GEAM – O Grupo de Estudos Afro-Amazônico é o primeiro Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros (NEAB) da Região Amazônica, fundado em 2002 para criar uma interface entre universidade e sociedade em ações contra o racismo e em prol da cultura negra e das políticas de ações afirmativas. Desde então, foi responsável por diversas atividades, como a promoção do diálogo entre Academia e movimento negro, atividades culturais e pesquisas sobre o negro na sociedade amazônica, além da implementação da Lei nº 10.639, que instituiu a obrigatoriedade do estudo de História e Cultura Afro-Brasileira em todos os estabelecimentos de ensino fundamental e médio do país, públicos ou particulares.
São projetos oriundos do GEAM, por exemplo, a criação da Casa Brasil-África, em 2006, e o primeiro vestibular diferenciado para quilombolas na UFPA, em 2012, além da realização das outras três edições do Seminário Negritude em Movimento, que já abordaram os 10 anos do grupo, em 2012, o tema “O Caribe é aqui”, em 2013, e “Quilombolas e territórios negros”, em 2014.
Serviço:
IV Seminário Negritude em Movimento: “De que África estamos falando? A África pelos africanos e a África pelos brasileiros”.
Dias: 9 a 11 de dezembro de 2015
Hora: 9h às 18h
Locais: Prédio central do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) – Auditório, Sala da Congregação e Sala 15 do PPGSA; Laboratório de Antropologia Arthur Napoleão Figueiredo (LAANF)
Inscrições gratuitas até o dia do evento
Informações no blog do seminário.
Texto: Ádria Azevedo – Assessoria de Comunicação/IFCH
Arte: Divulgação / evento

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Seminário discute corporalidades negras e performances de gênero e sexuais

O Grupo NosMulheres pela Equidade de Gênero Étnico-Racial, vinculado ao Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), promove, nesta quarta-feira, 3, e na quinta-feira, 4, o Seminário “Territórios da Negritude Amazônica: corporalidades negras e performances de gênero e sexuais”. O evento, que ocorre no Auditório Setorial Profissional da UFPA, pretende refletir sobre os territórios da negritude e territorialidades de corpos negros, bem como suas performances de corporalidades, entre jogos interseccionais que consideram classe, sexualidade, raça, religião e outros marcadores sociais da diferença.
De acordo com a coordenadora do NosMulheres, a professora doutora Monica Conrado, o objetivo é provocar um debate sobre as dimensões éticas, estéticas e políticas a respeito da questão. “Será um momento de reflexões sobre corpos de mulheres negras lésbicas, trans, travestis e afrorreligiosas, que tensionam valores em processo de produção de subjetividades, em contextos particulares que demandam práticas relacionais e coletivas significativas”, explica.
Programação – As atividades começam na tarde do dia 2, com duas mesas-redondas: “Territórios da Negritude e Corpos Negros: estética negra e suas performances” e “Lesbianidades Negras”. Já no dia 3, a partir das 9h, inicia-se a Exposição “ParÁfrica”, que busca mostrar, por meio de fotografias, a diversidade de negros e negras paraenses. No mesmo horário, será realizada, também, a roda de conversa “Intercambiando Experiências Negras” e, à tarde, mais duas mesas-redondas abordam “Performances de Gênero e Sexuais” e “Jogo de Corpo e Modos de Vida: o feminismo negro como visão de mundo”. As atividades serão mediadas por docentes e discentes não só da UFPA como também de outras instituições, além de ativistas. Para encerrar a programação, Cindy Tunner e Pelé do Manifesto realizam show. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas on-line aqui. Serão emitidos certificados.
NosMulheres – O grupo de pesquisa tem como meta dar visibilidade social e política às questões étnico-raciais e de gênero, por meio de projetos sob novas percepções, novos olhares e, portanto, novas abordagens, por incorporarem temáticas de gênero, raça/etnia, de orientação sexual e classe como de cunho fundamental para a análise de fenômenos sociais. Para o grupo, a articulação entre as questões derivadas das temáticas de gênero, das demandas originárias das diferentes faixas etárias, do reconhecimento aos direitos sexuais, dos diferentes grupos étnico-raciais e das diferentes classes e frações de classe constitui uma perspectiva rica para a pesquisa nas ciências sociais e a ação estratégica sobre a vida social.
Serviço:
Seminário “Territórios da Negritude Amazônica: corporalidades negras e performances de gênero e sexuais”
Dias: 2 e 3 de dezembro de 2015
Hora: Dia 2, das 14h às 18h, e dia 3, das 9h às 18h
Local: Auditório Setorial Profissional da UFPA
Inscrições gratuitas aqui.
Haverá emissão de certificados.
Texto: Ádria Azevedo – Assessoria de Comunicação/IFCH
Foto: Alexandre Moraes

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

A AULP COMEMORA HOJE 29 ANOS

A Associação das Universidades de Língua Portuguesa (AULP) completa hoje, dia 26 de Novembro, o seu 29º aniversário.
Desde 2007 a AULP já foi responsável pela edição de 13 obras comemorativas que contribuem para engrandecer o panorama literário e científico nos países onde se fala a língua portuguesa.
No dia em que a AULP completa 29 anos, divulgamos este documento que relembra todas estas obras publicadas nos Encontros anuais da associação.
O sucesso da AULP é, obviamente, o sucesso das Instituições de Ensino Superior que dela fazem parte e que, conjuntamente, contribuem para o desenvolvimento do ensino superior e para a difusão da língua portuguesa no mundo.
Neste contexto, não é apenas a AULP que está de parabéns, mas também a sua instituição. Esperamos que esta união continue a ser proveitosa em ambos os sentidos.
Felicitações! 

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Estudantes realizam I Seminário de Consciência Negra e Comunicação

Quantos jornalistas negros e negras você já viu na televisão? Quantas pessoas negras você já viu nas agências de publicidade? E quando uma pessoa negra é abordada na mídia, no jornalismo e na publicidade, é uma abordagem livre de estereótipos? Que comunicação nós estamos construindo? Para quem? Quem são as pessoas contempladas por ela? E a que serve a Comunicação feita hoje nos meios de comunicação?
Com o objetivo de discutir o espaço que é ocupado pela população negra no jornalismo, na publicidade e na propaganda, o I Seminário de Consciência Negra e Comunicação vai realizar debates, oficinas e festa cultural temática, nesta sexta-feira, 20, dia em que é comemorado a consciência negra. O dia 20 de novembro foi escolhido, pois é a data do falecimento de um dos símbolos de resistência e força contra a escravidão: Zumbi dos Palmares.
A iniciativa é do Centro Acadêmico de Comunicação Social (CACO), em construção coletiva com os demais estudantes da Faculdade de Comunicação da UFPA. A ideia surgiu de reflexões entre os próprios estudantes negros do curso, que observam que o espaço nas áreas de atuação é limitado.
A programação, que vai oferecer certificado com carga horária por participação, inclui debates, rodas de diálogo, oficinas, mostra acadêmica e uma apresentação cultural de encerramento. O debate será realizado em frente ao prédio do Instituto de Letras e Comunicação (ILC) e o restante da programação será realizado no Bloco F, do Campus Básico da Universidade. Para participar, não é necessário pagar nenhum valor nem fazer inscrição prévia.
Debate - A mesa "Pretas e pretos também fazem comunicação?" vai discutir a participação de profissionais negros no mercado de trabalho, na área de Jornalismo e Publicidade. Para facilitar o debate, estarão presentes a jornalista Pricila Duque, mestra em Sociologia pela UFPA, e a publicitária e blogueira Rhuane Pereira, formanda da Facom.
Oficinas - À tarde, serão ministradas duas oficinas: uma de turbante, que será acompanhada de uma roda de diálogo sobre apropriação cultural e também uma oficina de stencil.
Mostra Acadêmica - O seminário vai receber exposição de fotografias, ilustrações e poesias, que se encaixem na temática "Resistência da Cultura Negra". Quem quiser expor, deve enviar seu nome e a descrição de seu material para o e-mail cacoufpa.ufpa@gmail.com.
Cultural - Vai ter som de pretX! Tecnobrega, música africana e batucada. A ideia cultural de encerramento do seminário é celebrar a cultura negra e periférica, com produção artística de resistência. O som vai ficar por conta dos DJs Herôn Black e Kauê Almeida, além do grupo de batuque Xibé com Pandeiro.
Serviço
I Seminário de Consciência Negra e Comunicação na UFPA
Data: 20/11/15 (sexta-feira)
Local: UFPA - Campus Guamá - ILC e Bloco F
Horário: 9h - 22h
Valor: Gratuito.
Programação:
9h - Debate: Preto também faz comunicação?
14h - Oficinas
19h - Cultural
Texto e arte: Divulgação

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Literatura infantil sobre a África e as africanidades no Brasil

Neste mês da Consciência Negra, um grupo de mediadoras e promotoras de literatura infantil organizou-se para divulgar livros sobre África, africanidades e contribuição do negro à formação brasileira.
A partir de 15 de novembro, diariamente, a conta "Sobre Isso e Aquilo", na rede social Instagram (https://Instagram.com/sobreissoeaquilo) , selecionará e publicará livros infantis e histórias sobre a África, como "Obax" (André Neves), "O Amigo do Rei" (Ruth Rocha), "Esperando a Chuva" (Véronique Vernette), etc..
No dia 20 de novembro, há o chamado coletivo para que todos postem fotografias de seus livrinhos com temática africana, utilizando a hashtag #temcriançalendo. Participam dessa ação Kidsindoors (https://Instagram.com/Kidsindoors) , A Cigarra e A Formiga (https://Instagram.com/acigarraeaformiga), Vira Páginas (https://Instagram.com/virapaginas), Conversa de Quintal (https://Instagram.com/conversadequintal), entre outros.
Além de celebrar o dia 20 de novembro, a intenção do grupo é propor títulos a professores, pais e ledores para aproximação das crianças com a realidade africana.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

A CULTURA DO BENIN

Acredita-se que Vodun (ou "Voodoo", como é vulgarmente conhecido nos Estados Unidos) foi originado no Benin e foi introduzido à Ilhas do Caribe e em partes da América do Norte por escravos tomados desta área específica da Costa dos escravos. A religião indígena do Benin é praticada por cerca de 60% da população. Desde 1992 Vodun tem sido reconhecido como uma das religiões oficiais do Benin, e o National Vodun Holiday é comemorado em 10 de janeiro. Além disso, os negros trouxeram sua cultura para o Brasil, mas especificadamente para a Bahia, como a gastronomia (acarajé dentre outros).

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

UFPA e Naea recebem representantes de universidade africana


   
A relação entre os países africanos com o Brasil sempre foi estreita, não só pelas origens e proximidades culturais mas também pelas características sociais de cada país. “Quando se fala em África, pensam logo em guerra, doenças, pobreza, Mas isso não está longe da realidade de outros países, inclusive o nosso”, afirma o coordenador da Casa Brasil-África da Universidade Federal do Pará (UFPA), Hilton Silva. Desde o dia 24 até o dia 28, o Projeto Nova Cartografia Social da Amazônia realiza atividades de cooperação técnica e acadêmica com movimentos sociais do Quênia e pesquisadores vinculados à Universidade de Nairobi. Nesta terça-feira, 27, houve um encontro entre representantes das instituições africanas, representantes da comunidade quilombola, pesquisadores e estudantes da temática.

A reunião ocorreu no auditório do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (Naea) da UFPA e teve a participação da professora Rosa Elizabeth Acevedo Marin, do Naea e do Projeto Nova Cartografia Social da Amazônia, quem recebeu os visitantes aqui na UFPA; do coordenador da Casa Brasil-África da UFPA, professor Hilton Silva;  e de quatro representantes das instituições africanas: Paul Chepsoi, vice-presidente e gerente de projetos do Conselho Endorois intitulado EWC (Endorois Welfare Council) e representante do povo Endorois da região do Lago Bogoria, em Baringo; Desmond Tutu, egresso da Faculdade de Direito da Universidade de Nairobi, orientado pela professora doutora Patricia Mbote; Hillary Ogina, comunicador, agente de projetos da ONG Kenya Land Alliance, sediada em Nakuru; e Oliver Ogembo, geógrafo, professor, representante do Departamento de Geografia e Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Nairobi.
Durante a reunião, os participantes conversaram sobre a importância da aproximação acadêmica com as universidades africanas e a participação da Casa Brasil-África nesta relação. “Atualmente, a casa Brasil-África atende 16 países. Os estudantes passam seis meses estudando português aqui, antes de iniciar seus estudos. Além disso, a Casa ajuda em viagens, hospedagem ou, pelo menos, buscando recursos para os estudantes conseguirem fazer sua graduação”, explicou Hiton Silva.
Mestrado - Outro ponto citado na conversa é a proposta de criação de um mestrado com a cooperação das universidades africanas. “Já temos a contribuição das universidades de Cabo-Verde e Angola, mas ainda estamos estudando como será a participação de cada um, a grade curricular. Mas será o Mestrado em Estudos Africanos e Afro-Diaspóricos”, explica Hilton.  Segundo Oliver Ogembo, este tipo de curso é importante, pois há uma grande falha na educação e no conhecimento da nossa própria história. “Conhecemos pouco da nossa região, tanto da geografia dela quanto de sua história. Com este conhecimento, é mais fácil se trabalhar e mais difícil que alguém venha de fora e domine ou explore a região, pois temos o conhecimento e sabemos como funciona”, afirma.
Para Paul Chepsoi, as semelhanças entre os dois países são muito grandes, até mesmo na paisagem. “O clima é bem parecido com o do nosso país. Até os locais, mandei fotos para o Quênia e acharam muito parecido com o que temos aqui. Isso mostra a importância dessa proximidade e, apesar de um oceano separando, temos muitas semelhanças”, conclui Paul Chepsoi.
Texto: Carlos Fernando Pinheiro - Assessoria de Comunicação do Naea
Fotos: Adolfo Lemos

Casa Do Estudante Universitário do Pará


introdução a informatica e internet,word,excel e powerpoint


domingo, 25 de outubro de 2015

"Múltiplos Olhares"

Os países são múltiplos, os olhares são múltiplos, os olhos são múltiplos. O tema é um, pessoas, pescadores, coletores e água; muita água. Salgada, doce, ou nem tanto e a vida que se tira dela. 

Os continentes que se encontraram em um projeto antropológico (África, América e Europa) onde seus sujeitos de pesquisa, os pescadores são diferentes e semelhantes, as tradições se encontrando no trabalho de tirar o sustento das águas. Este formato é o terceiro momento do processo de se "expor" mostrando aos olhos do público o que os nossos olhos viram. Três pares de olhos e três olhos de câmera, foi o que eu percebi em um processo que se iniciou em 2008 após a volta dos países parceiros do Projeto CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa), Brasil, Moçambique e Portugal.

Foram três momentos, nos dois primeiros, os nossos olhares foram olhados em exposições instaladas no campus de pesquisa do Museu Goeldi, dentro das atividades do fazer antropológico do projeto. No último, o processo foi virtual (mas muito real) durante o seminário de encerramento do projeto. Agora, o olhar se concentrará sobre os pescadores de Moçambique, uma "amostra" da África tão múltipla quanto grande para tão poucos olhos.

Ivete Nascimento.

Foto: Ivete Nascimento.

Exposição "Múltiplos Olhares sobre Comunidades Pesqueiras de Moçambique"

A Casa Brasil-África (CBA) e o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) realizará entre entre 02 a 30 de novembro a exposição "Múltiplos Olhares sobre Comunidades Pesqueiras de Moçambique". A exposição constituir-se-á de mostra fotográfica sobre a pesca artesanal em Moçambique; feitas pelas pesquisadoras do MPEG "Ivete Nascimento", "Lourdes Furtado" e "Denize Adrião". A exposição conta com o apoio do Grupo de Estudos Afro-Amazônico (GEAM), da Pró-Reitoria de Relações Internacionais (PROINTER), da Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento (PROPLAN) da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) e do Gabinete da Reitoria da Universidade Federal do Pará.

A exposição será aberta oficialmente no dia 03 de novembro às 11:00 horas na Galeria César Moraes Leite (Vadião) e estará aberta à toda a Comunidade Acadêmica da UFPA, à outras Instituições de Ensino Superior e à sociedade em geral.


quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Nova Cartografia Social do Quênia na UFPA



No dia 27 de outubro, as 9h00 no Auditório do NAEA, os pesquisadores e ativistas quenianos Desmond Tutu Owuoth (Advogado, Faculdade de Direito da Universidade de Nairóbi), Oliver Ogembo (Geógrafo, Professor do Departamento de Geografia e Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Nairobi), Paul Chepsoi (Representante do povo Endorois do Lago Bogoria, em Baringo, Vice- presidente e Gerente de Projetos do Conselho Endorois Welfare Council) e Hillary Ogina K. Odieny (Comunicador, agente de projetos da ONG Kenya Land Alliance, Nakuru), coordenados pela Profa. Rosa Acevedo Marín, do PPGA-UFPA, farão uma apresentação sobre o estágio atual das atividades da Nova Cartografia no Quênia e no Brasil e as possibilidades de colaboração com a UFPA.
Todas as informações sobre o projeto encontram-se no site  novacartografiasocial.com.
No referido site se pode encontrar o Report nº 1 – Social Cartography and Technical Training of Researchers and Social Movements in Kenya and Brazil, que servirá de subsídio para a discussão.
Esta atividade conta com apoio da Casa Brasil-África, da Cátedra Brasil-África de Cooperação Internacional e do Grupo de Estudos Afro-Amazônico.

Serviço:
Apresentação: O Estágio Atual da Nova Cartografia no Quênia e no Brasil e as Possibilidades de Colaboração com a UFPA.
Data: 27 de outubro de 2015
Hora: 9h
Local: Auditório do NAEA, UFPA, Campus do Guamá.



Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia promove palestra sobre a crise migratória africana e do Oriente Médio na Europa





Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia promove palestra 
sobre a crise migratória africana e do Oriente Médio na Europa

Data: Quinta-feira, 22 de outubro de 2015, às 10h:00
Local: Auditório da Reitoria
Palestra: Crise migratória africana e do Oriente Médio na Europa
Palestrante Convidado: Prof. Dr. Valdemir D. Zamparoni.
Graduado em História pela Universidade de São Paulo (1979), doutor em História Social pela mesma Universidade (1998) e Pós-Doutor pela Universidade de Lisboa (2008-9). Atualmente é docente do Programa de Pós-Graduação em História e do Programa Multidisciplinar de Pós-Graduação em Estudos Étnicos e Africanos, no Centro de Estudos Afro-Orientais, Universidade Federal da Bahia.
Esta atividade é uma parceria entre o PPGSA, o Grupo de Estudos Interface (ICSA/UFPA), o Grupo de Estudos Afro-Amazônicos (GEAM/UFPA), a  Casa Brasil-África (CBA/PROEX) e a Cátedra Brasil-África de Cooperação Internacional

Consepe aprova editais dos PSEs para indígenas e quilombolas

O Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão da Universidade Federal do Pará (Consepe/UFPA) aprovou nesta terça-feira, 20, dois editais referentes aos Processos Seletivos Especiais (PSEs) destinados a candidatos indígenas e quilombolas e aos candidatos que atuam como Educadores do Campo sem a qualificação de nível superior. As inscrições iniciam-se no final de outubro .
De acordo com o Edital do PSE 5-2015, as vagas ofertadas são para os cursos de graduação presenciais da UFPA e para o curso de Etnodesenvolvimento, os quais iniciam suas atividades em 2016. Este concurso é destinado à seleção diferenciada de candidatos indígenas e quilombolas que não tenham curso de graduação concluído ou em andamento.
São ofertadas 2 vagas para candidatos indígenas e 2 para candidatos quilombolas, em 168 cursos e 45 vagas para o curso de Etnodesenvolvimento, com oferta flexibilizada para o Campus de Soure, totalizando 717 vagas.
Para este Processo Seletivo, não haverá cobrança de taxa. As solicitações de inscrição serão realizadas exclusivamente via internet, na página eletrônica do Centro de Processos Seletivos (Ceps/UFPA), no período de 29 de outubro a 18 de dezembro.
Etapas de seleção – O PSE 5-2015 ocorrerá em duas etapas: no dia 24 de janeiro de 2016, será aplicada uma prova de Redação, de caráter eliminatório e classificatório. No período de 10 a 13 de março de 2016, será realizada a Entrevista pessoal, com avaliação documental (também de caráter eliminatório e classificatório), para os candidatos que obtiverem nota de no mínimo 4,0 na redação. Ambas as etapas serão realizadas na sede dos campi de Abaetetuba, Altamira, Belém, Cametá e Soure.
Reivindicações – No Edital do PSE 5-2015, foram incorporadas algumas reivindicações feitas por estudantes indígenas e quilombolas da UFPA, entre elas, o prazo mínimo de 45 dias entre a divulgação do Edital e o encerramento das inscrições. O objetivo é possibilitar ampla divulgação do certame, bem como o intervalo entre a realização da prova de redação e a entrevista.
De acordo com o parecer da pró-reitora de Ensino de Graduação (Proeg/UFPA), Maria Lúcia Harada, relatora do processo sobre os Editais dos PSEs nº 5 e 6, os prazos mais dilatados, incorporados no Edital, provocarão uma redução no número de desistências e, consequentemente, aumentarão o número de ingressantes indígenas e quilombolas. Outra reivindicação dos estudantes incluída no edital estabelece que, para concorrer às vagas reservadas, o candidato não deve ser graduado ou graduando.
PSE 6-2015 – Para o 6º Processo Seletivo Especial 2015, as vagas ofertadas são para o curso de Licenciatura em Educação do Campo, destinado a candidatos que atuam como Educadores do Campo sem a qualificação de nível superior e àqueles que vivem no campo e/ou pertencem a comunidades do campo.
A seleção diferenciada visa atender, prioritariamente, a demanda por formação superior dos educadores das escolas do campo, com efetivo exercício nos anos finais do ensino fundamental e ensino médio das redes de ensino.
No total, serão ofertadas 320 vagas, distribuídas em oito turmas, abrangendo os municípios de Abaetetuba, Cametá, Gurupá, Igarapé-Miri, Medicilândia, Oeiras do Pará, Tomé-Açu e Uruará. Neste 6º PSE, também não haverá cobrança de taxa de inscrição. O período para efetivar as inscrições será de 16 de novembro a 11 de dezembro de 2015, também por meio da página eletrônica do Ceps.
A seleção ocorrerá por meio das provas de Redação e Objetiva com 40 questões (ambas de caráter eliminatório e classificatório), que serão aplicadas no dia 7 de fevereiro de 2016, das 14h às 18h, nos municípios de Abaetetuba, Altamira, Belém, Bragança e Cametá.
O PSE 6-2015 inclui, ainda, a apresentação do Questionário Documental e Pessoal. Este documento, que estará disponível durante o período de inscrição nosite do Ceps, deverá ser preenchido e entregue no dia da realização das provas. Juntamente com o Questionário Documental e Pessoal, o candidato deverá apresentar o Documento de Pertencimento, com identificação do órgão de Comunidade do Campo da qual faz parte.
Texto: Ericka Pinto – Assessoria de Comunicação da UFPA
Fotos: Alexandre Moraes
fonte: casa brasilafrica

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

oficina aprender a aprender com o coach academico da proex


Sem título
Na sexta feira 16/10/2015 será ofertado pela CBA em parceria com a Proex uma oficina para que você esteja pronto para o retorno as aulas. Pretende-se discutir como aproveitar melhor seu tempo de estudo, técnicas para organização e concentração e também estratégias para melhorar a assimilação de conteúdos mais complicados.

A oficina será ministrada pelo coach acadêmico da Proex, Gilberto Martins Lynch, na sala de leitura do laboratório de antropologia no IFCH, no horário das 14:00 ás 16:00hrs.
Aguardamos a participação de todos e todas.
Atenciosamente,
CBA

“Saúde e Alimentação de Discentes Estrangeiros”.


Intensificar a união entre as nações amigas, internacionalizar as instituições de ensino superior brasileira (IES) e expandir o horizonte cultural dos estudantes brasileiros, são alguns dos objetivos do Programa de Estudantes-Convênio de Graduação (PEC-G), que possibilita que cidadãos estrangeiros com ensino médio completo, possam realizar estudos de graduação em IES brasileiras. Com o intuito de contribuir para a construção de um ambiente propício para a aprendizagem e a permanência dos alunos estrangeiros, em conjunto, ampliar o horizonte cultural e científico dos discentes brasileiros através de pesquisa e extensão, o Centro Colaborador de Alimentação e Nutrição do Escolar (CECANE) em parceria com a Casa de Estudos Brasil-África criou o Projeto “Saúde e Alimentação de Discentes Estrangeiros”.
O projeto teve início no segundo semestre de 2015 e visa promover ações que envolvam atendimento e acompanhamento de saúde, nutrição e alimentação com discentes contemplados pelo PEC-G.
O Estudante PEC-G – O projeto surgiu da necessidade de atendimento de saúde do estudante estrangeiro que enfrenta inúmeras dificuldades e desafios como: A procura por moradia, documentação e exigências legais de imigração, lidar com idioma, adaptar-se ao clima, alimentação e valores sociais, ajustar-se à cultura do país e adaptar-se ao modelo educacional brasileiro, assim como as intercorrências vividas no cotidiano acadêmico. Além da necessidade de promover a interação entre os alunos brasileiros e os alunos estrangeiros, proporcionando resultados positivos a ambas as partes. 
Acompanhamento de Saúde – Para ser atendido o estudante deve agendar uma consulta. Primeiramente os alunos são encaminhados para avaliação nutricional, e posteriormente para realização de exames bioquímicos, parasitológicos e genéticos.  
Educação Nutricional - Após a etapa de avaliação, os discentes passaram por orientação nutricional individual, e por atividades educativas coletivas que visam a troca de conhecimento entre a equipe do projeto e o estudante estrangeiro.   

Para agendar uma consulta, basta entrar em contato com a bolsista do projeto Cristal Torres pelo telefone 982957584 ou pelo email cristalmmtorres@gmail.com  
      


quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Chamado aos alunos de origem africana e caribenha da UFPA

A Casa Brasil-África solicita aos estudantes da UFPA de origem africana e caribenha que NÃO constam na lista abaixo, que entrem em contato e compareçam a nossa sala o mais breve possível para realizar seu cadastramento podendo, assim, gozar de todos os benefícios e das atividades promovidas institucionalmente.
Caso haja alguma dúvida entrar em contato com Henrique Vieira.  tel: 980314082, Email: henriquevieira18@hotmail.com
Listagem de Estudantes Estrangeiros na UFPA em Setembro de 2015

Estudante
País
                     

AARON KADIMA LUKANU LWA NZAMBI
CONGO

ADERITO ELISEU MORAIS LUACUTI
ANGOLA

AILTON DA COSTA OLIVEIRA
S. T. E PRÍNCIPE

ALCINO FERNANDES DE BARROS PINTO
S. T. E PRÍNCIPE

ANANIAS JORGE DA SILVA FREITAS
TIMOR

ANIRY GLADESTON LUIS PEREIRA
GUINÉ-BISSAU

ARILSON ZEQUI BARROS DE SENA
CABO VERDE

CLEIDE PATRICIA DE SOUSA FERNANDES
ANGOLA

CLOVÍS BULE MBO
CONGO

DAVID FIGUEROA LAFONT
CUBA

DELCIA SIMIRA SOARES JÓ
GUINÉ-BISSAU

DENNIS IMANUEL ROCHA ASSUNÇÃO
CABO VERDE

DORFELI EUREKA KIMBASSA
CONGO

DUSHANE DOMONICK PINNOCK
JAMAICA

DUTERVAL JESUKA
HAITI

EBENIZA FAUSTIN VIDEHOU
BENIM

EKIVALDO AFONSO MONIZ PIRES DOS SANTOS
S. T. E PRÍNCIPE

ELIANY AILINE REIS COELHO
CABO VERDE

EVELINO DEOLINO LOURENÇO SÓ
GUINÉ-BISSAU

FABRICE KAZADI MUTOMBO
CONGO

GAEL MAYOMBO CIBASU
CONGO

GERALDINE FIFAME DONA FADAIRO
BENIM

GLODIE BITEKE MAYIMONA
CONGO

HILARY ACHA MBAKWA
CAMARÕES

IBRAHIM TSHILUKE MANIEKE
CONGO

IRINA SOFIA CARDOSO DE CARVALHO
S. T. E PRÍNCIPE

ISAURA GIZELA LANDIM BILL VIEIRA
GUINÉ-BISSAU

ISRAEL SEWANOU HOUNSOU
BENIM

JEANCY MUSOMONI KUBATA
CONGO

JEANDRY BULE NTUKU
CONGO

JEROME ANTHONY RAJAH
TRINIDAD

JOCELYNE MARIELY AVILA LAGOS
HONDURAS

JOSEPH KAPINGA KANDE
CONGO

JOSEPH OPPONG
GANA

JUNIOR BIBEFU MANGALA
CONGO

KASHA NIKITA JOSEPH
TRINIDAD

KATIZA LILIANA RIBEIRO SOARES
CABO VERDE

KEILA CRISTINA FONSECA DELGADO
CABO VERDE

KEVIN SANDERS DA ROSA CARVALHO
CABO VERDE

KLEIDIR DELGADO LOPES
CABO VERDE

KRISTOPHER-JON PETER SAMUEL
JAMAICA

LAERTH LASERINO PINTO MONTEIRO
GUINÉ-BISSAU

LENGO JULIANA KIBUCA
ANGOLA

LODINIKKI LEMOY DAVIS
JAMAICA

MELISSA VICTORIA KATHERINE GUEVARA CARRERA
PERU

MIZAMMIROU ISSIFOU
BENIM

N'FODNA SEBASTIÃO BRANDÃO
GUINÉ-BISSAU

NATANAEL FONA GOMES
GUINÉ-BISSAU

NATHAN NGUANGU KABUENGE
CONGO

NICOLE ANDREA GONZALEZ QUEZADA
CHILE

PATRICK KAYEMBE MUKENDI
CONGO

PHILIPPE LUKUME WA TSHIMANGA
CONGO

RACHEL ELILANGO MANZOBO
CONGO

ROSA JULIO FERREIRA
ANGOLA

RUFINE AZONSIVO
BENIM

TÂNIA CARLICE LOPES PEREIRA DOS REIS
CABO VERDE

SARAH KIBINDA MASANGA
CONGO

SERGE HOUETONNOU HOUEGNON
BENIM

SERGE LEWULA TSHIBAKUENO
CONGO

SAMIRA SILVA SEMEDO
CABO VERDE

VANESSA MONTEIRO VIEIRA
CABO VERDE

ARILSON ZEQUI BARROS DE SENA
CABO VERDE

LILLIAN HELOUISE FERNANDES SPENCER
CABO VERDE